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A IATF 16.949:2016 é uma norma? Resposta: Deveria ser!

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A IATF 16.949:2016 é uma norma? Resposta: Deveria ser!

Porque não é?Uma norma estabelece um padrão de exigências/ requisitos e a IATF 16.949:2016 já está na 5ª Edição, com 18 alterações em 3 anos, após seu lançamento. Isto dá uma média de 6 alterações por ano, ou seja, uma alteração a cada 2 meses. Então o que é a IATF 16.949:2016? Um caderno de encargos, cheio de exigências, boa parte delas burocracias que não agregam valor, mas custos para as indústrias automotivas, que sofre alterações constantes mesmo após a...

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A participação inteligente da Alta Direção na Gestão da Qualidade

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A participação inteligente da Alta Direção na Gestão da Qualidade

Se a Alta Direção não está comprometida com a Gestão da Qualidade, significa que o sistema está mal implementado e a responsabilidade, é de quem tem como atribuição adequá-lo e desenvolvê-lo.Um sistema de gestão da qualidade mal implementado, tem muitas vezes como causa principal, a preocupação única pela certificação, inclusive da Alta Direção.Dessa forma, ao invés de utilizar as boas práticas trazidas pelos requisitos da ISO 9001:2015, há um acréscimo de custos aos processos com incorporação de burocracias e...

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Gestão da Qualidade X Gestão de Documentos

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Gestão da Qualidade X Gestão de Documentos

A ISO 9001:2015 não é um sistema de documentos, mas sim um sistema de gestão; entretanto muitas organizações não desapegam de adotar manual da qualidade, procedimentos e outras práticas burocráticas aceitas na auditoria, porém não ajudam a organização.Como estruturar e implantar um Sistema de Gestão da Qualidade – SGQ ISO 9001:2015?Primeiramente entendendo profundamente a norma, sua abordagem, conceitos, métodos e ferramentas aplicáveis para atender aos requisitos, suas interações e de forma a agregar valor e propiciar maior competitividade para...

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Como você e sua organização tomam decisões?

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Como você e sua organização tomam decisões?

Qualquer tipo de organização está permanentemente tomando decisões, ou seja, fazendo escolhas; entretanto, muitas dessas decisões são tomadas de forma atropelada, pois são deixadas para a última hora, sem um critério apropriado, sem planejamento e sem a participação das pessoas relevantes para avaliar a melhor decisão.Que tipos de decisões estamos abordando:Escolha de um novo software para um determinado processo;Terceirizar ou não um processo;Contratação de um funcionário novo, seja ele chave ou não para a organização;Escolher um fornecedor para um...

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A Gestão por Processos de Negócio e o Futebol!

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A Gestão por Processos de Negócio e o Futebol!

Para quem acompanha futebol, ao menos desde a década 50 do século passado, consegue perceber sua evolução como processo.Um time de futebol executa um processo, no qual o Técnico exerce o papel de Gestor e os jogadores executam este processo, que envolve também treinamento técnico, físico e tático.Há várias semelhanças entre o Gestor de um Processo de uma Organização e um Técnico de Futebol: Ambos são responsáveis pelos resultados; O Técnico de Futebol não joga, assim como o Gestor...

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Qual a diferença entre um Chefe e um Gestor de Processo?

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Qual a diferença entre um Chefe e um Gestor de Processo?

Esse é um dos paradigmas a ser quebrado, quando uma organização decide implantar a Gestão por Processos de Negócio – GPN, ou Business Process Management – BPM. Antes de abordarmos o tema, vamos entender o papel de cada um nos seus respectivos contextos:Chefe (Gerente, Supervisor, Coordenador, Encarregado, Chefe, Líder ou outras nomenclaturas) são funções que estão dentro de uma estrutura departamental, cujo campo de atuação pode ser visualizado pelo organograma da organização. O “Chefe” cuida de atividades específicas e...

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Realizar Auditorias Internas, agrega valor para a Organização?

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Realizar Auditorias Internas, agrega valor para a Organização?

A discussão aqui, não trata da necessidade de uma organização que é certificada em alguma norma de sistema de gestão ter que realizar auditoria interna, pois isso é requisito, mas sim, do quanto uma auditoria interna agrega valor, seja auditoria de produto, processo ou sistema de gestão da qualidade. Esta reflexão, veio a partir da experiência que estamos tendo em alguns de nossos clientes cujos sistemas de gestão da qualidade começam a ficar robustos, ou seja, possuem as seguintes...

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Prova para Auditor da ISO 9001:2015

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Prova para Auditor da ISO 9001:2015

Se você é um Auditor experiente da ISO 9001:2015, deve saber as respostas das seguintes perguntas:Numa auditoria completa de um Sistema de Gestão da Qualidade – SGQ em conformidade com a ISO 9001:2015, por qual requisito deve-se começar a auditoria e quais aspectos relevantes devem ser observados relacionados com este requisito?O que são processos de negócio da organização, mencionado no requisito 5.1.1.c? Qual visão deve-se ter deste requisito?Como evidenciar de forma consistente se a Alta Direção promove a mentalidade...

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Os 4 C’s da ISO 9001:2015 e incorporação na Gestão do Negócio

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Os 4 C’s da ISO 9001:2015 e incorporação na Gestão do Negócio

Os 4 C’s da ISO 9001:2015 são: Conhecimento Organizacional, Competência, Comunicação e Conscientização.Estes requisitos, muitas vezes são mal tratados ou mal compreendidos pela organização e implementados de forma a visar apenas atender as auditorias; entretanto, se incorporados como ferramentas para o negócio, vai fazer com que a organização consolide um dos princípios da gestão da qualidade: “Engajamento das Pessoas”Avalie as questões abaixo, em relação à abordagem que é visada pela ISO 9001:2015:Quem é o responsável por identificar necessidades, programar,...

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A obsolescência do Diagrama de Ishikawa

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A obsolescência do Diagrama de Ishikawa

Para muitos profissionais, especialmente os da área da qualidade, pode parecer uma heresia dizer que o Diagrama de Ishikawa ficou obsoleto; entretanto, trata-se de um processo de evolução natural.O Diagrama de Ishikawa, ou Causa Efeito, ou ainda Espinha de Peixe começou a ser utilizado em 1943, criado por Kaoru Ishikawa, com a finalidade de analisar não conformidades e tomar ações corretivas nos processos de produção, considerando na época 4 fatores, 4 “M”s – Máquina, Mão de Obra, Material e...

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